Polícia Federal Desencadeia Operação ‘Non Olet’ Contra Fraudes Milionárias na Caixa Econômica Federal em SP

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A Polícia Federal deflagrou nesta semana, na capital paulista, a Operação “Non Olet”, marcando um novo capítulo na investigação e combate a fraudes bancárias que têm lesado a Caixa Econômica Federal. A ação visa desmantelar uma sofisticada associação criminosa especializada em golpes contra a instituição financeira estatal, evidenciando a persistência das autoridades em proteger o sistema financeiro nacional.

Detalhes da Ação e Modus Operandi da Quadrilha

Durante a operação, as equipes da Polícia Federal cumpriram quatro mandados de busca e apreensão em diversos pontos de São Paulo. O foco principal era coletar provas e identificar os membros de uma organização criminosa que operava de forma engenhosa. A investigação revelou que os fraudadores abriam contas bancárias em nome de terceiros, sem o consentimento ou conhecimento dessas pessoas, para então realizar empréstimos de valores consideráveis. Subsequentemente, os montantes obtidos ilicitamente eram transferidos para outros integrantes do grupo, pulverizando o dinheiro e dificultando o rastreamento.

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O Vultoso Prejuízo e as Medidas Judiciais

A minuciosa apuração da Polícia Federal estimou que a quadrilha foi responsável por movimentar mais de R$ 3 milhões em transações fraudulentas nos últimos dois anos. Diante da gravidade e da extensão dos crimes, a Justiça Federal agiu rapidamente, deferindo o bloqueio das contas bancárias dos suspeitos e a retenção de todos os valores ali existentes. Essa medida é crucial para reverter parte do prejuízo causado à Caixa Econômica Federal e coibir a continuidade das atividades ilícitas.

Contexto: O Histórico de Combate a Fraudes Contra a Caixa

A Operação “Non Olet” não é a única investida da Polícia Federal contra crimes que afetam a Caixa Econômica Federal neste ano. Em 15 de janeiro, outra operação foi deflagrada com o objetivo de reprimir furtos e receptação de computadores pertencentes a agências da instituição. Essa prática, segundo a PF, causou um prejuízo adicional estimado em R$ 1,5 milhão ao banco. Tais ações reiteram o compromisso das forças de segurança em atuar de forma contínua e incisiva para proteger o patrimônio público e a integridade do sistema financeiro, enfrentando diferentes modalidades de crimes.

As investigações prosseguem, visando identificar todos os envolvidos e aprofundar o conhecimento sobre as redes de fraude, garantindo que os responsáveis sejam devidamente processados e respondam pelos seus atos diante da Justiça.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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